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    April 18

    Conheça os carros fabricados há mais tempo no Brasil

    A veteraníssima Kombi completa 56 anos sem grandes mudanças.
    Fiat Mille, que foi lançado em 1984, como Uno, é o 3º mais vendido.

    Denis Freire de Almeida Do G1, em São Paulo

    A vida média de um modelo no mercado automobilístico mundial varia entre 4 e 6 anos. Esse é o tempo que um carro sobrevive à acirrada concorrência e, principalmente, ao desgaste da imagem frente aos clientes. Montadoras, na maioria das vezes, recorrem aos face-lifts (pequenas mudanças estéticas) para dar uma sobrevida e um novo fôlego nas vendas, estendendo para 8 anos o “tempo de vida útil” de uma mesma plataforma.
    No Brasil, porém, não é bem isso que acontece. Salvo raras exceções, os carros nacionais permanecem praticamente os mesmos por mais de uma década. Em casos extremos, como o da veteraníssima VW Kombi, chega a inacreditáveis 56 anos de existência! Veja a lista dos heróis da resistência no mercado de automóveis brasileiro. 

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Volkswagen Kombi (Foto: Divulgação)

    VW Kombi (56 anos) – A Kombi é um case mundial que, sem medo de errar, nunca será ultrapassado. Afinal, há mais de meio século a van é fabricada no Brasil, único país em que o modelo continua em produção. Tudo começou em 1953, quando a Kombi vinha desmontada da Europa para ser montada por aqui no processo de CKD. Quatro anos depois, passou a ser efetivamente fabricada no país. A principal mudança nesses 56 anos ocorreu em 2006, quando a veteraníssima aposentou o motor refrigerado a ar, que não atendia à legislação de emissão de poluentes, e passou a ser equipada com o motor 1.4 refrigerado a água – que exigiu a instalação de um radiador frontal (parecido com o utilizado na época em que foi vendida na versão a diesel).

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Fiat Mille (Foto: Divulgação)

    Fiat Mille (25 anos) – Primeiro carro mundial da Fiat, o compacto chegou ao Brasil em 1984 (modelo 1985) chamado Uno. Com design criado pelo conceituado italiano Giorgetto Giugiaro, o modelo de linhas retas revolucionou o mercado ao entregar um amplo espaço interno, apesar do tamanho reduzido. Em 1998 foi rebatizado de Mille, quando passou a ser oferecido apenas com motor 1.0, e continua praticamente o mesmo carro desde o lançamento. Fenômeno de mercado é o terceiro modelo mais vendido do país. 

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    Chevrolet S10 (Foto: Divulgação)

    Chevrolet S10 (14 anos) – Veterana da linha da Chevrolet, a picape média S10 foi lançada em 1995 apenas com motor 2.2 a gasolina. Um ano depois veio a motorização a diesel e, em 1998, o potente motor V6 (que já está mais disponível). Passou por poucas modificações estéticas e mecânicas, preservando praticamente a estrutura de 14 anos atrás. Mesmo assim, é a líder de vendas do segmento. 

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Chevrolet Blazer (Foto: Divulgação)

    Chevrolet Blazer (14 anos) – Lançada também em 1995, mas já como modelo 1996, a Blazer é a versão SUV da S10 e, assim como ocorre com a picape, passou por poucas mudanças estruturais nesses 14 anos de existência. Com a chegada do Chevrolet Captiva no ano passado, ficou praticamente limitada às versões mais simples, muito usadas pelos policiais brasileiros. 

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Chevrolet Classic (Foto: Divulgação)

    Chevrolet Classic (13 anos) – Continua praticamente o mesmo carro que foi lançado em 1996, na época chamado de Corsa Sedan. Com a chegada da segunda geração do Corsa, em 2002, o modelo foi rebatizado de Classic e passou a ser o sedã mais barato da Chevrolet, vendido apenas com acabamento simples e motor de 1 litro. Muito procurado por frotistas, é um dos modelos mais vendidos do Brasil.

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Fiat Palio (Foto: Divulgação)

    Fiat Palio (13 anos) – Apresentado mundialmente em 1996, nas versões três e cinco portas, trouxe um design arredondado, bem diferente do antecessor Uno, que ele substituiu em vários países. No Brasil, porém, os dois modelos passaram a coexistir. Apesar de estar na quarta geração, o hatch usa a mesma plataforma de 13 anos atrás, o que não o impede de ocupar a segunda posição entre os carros mais vendidos no Brasil. 

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    Ford Courier (Foto: Divulgação)

    Ford Courier (12 anos) – Derivada do Fiesta, a picape Courier começou a ser produzida no Brasil em 1997. Na época do lançamento, tinha na interessante relação custo-benefício e, principalmente, na maior caçamba da categoria os principais argumentos de venda. Mas, mesmo com a chegada da segunda geração do Fiesta, em 2002, a picape permaneceu com a plataforma antiga. O visual cansado prejudica seu desempenho e a transforma no modelo menos vendido entra as picapes pequenas.

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    Chevrolet Astra (Foto: Divulgação)

    Chevrolet Astra (11 anos) – Lançado no Brasil em 1998, o modelo médio da montadora passou por poucas mudanças e continua no mercado nas versões hatch, o segundo mais vendido do segmento, e sedã. De todos os modelos dessa lista, é o que menos passou por modificações estéticas.

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    Ford Ranger (Foto: Divulgação)

    Ford Ranger (11 anos) – Chegou importada dos EUA em meados da década de 90, mas passou a ser fabricada na Argentina, em 1998. Desde então, passou por alguns face-lifts e ganhou novos motores e melhorias na suspensão, mas mantém a plataforma mecânica há 11 anos. Ela ocupou por anos a vice-liderança, mas atualmente é apenas a quarta colocada.

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    Ford F-250 (Foto: Divulgação)

    Ford F-250 (10 anos) – A F-250 começou a ser fabricada em 1999 para substituir a tradicional F-1000, um ícone entre as picapes grandes. Tem um potente motor a diesel de 203 cavalos e 56 mkgf de torque, que facilita o uso no trabalho pesado. Vendida em versões de cabine simples e dupla, a F-250 não tem concorrente nacional – o único modelo similar é a importada Dodge Ram. 

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Volkswagen Parati (Foto: Divulgação)

    Parati (27 anos) – Lançada em 1982, já como modelo 1983, para suprir as ausências da Brasília e da Variant II, a perua de linhas retas agradou em cheio o público jovem. O modelo passou pela principal mudança em 1999, quando ganhou design arredondado, o mesmo adotado pelo Gol “Bolinha”. Diferentemente do hatch que a originou, ela ainda não recebeu a nova plataforma que estreou ano passado no Gol. 

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Volkswagen Saveiro (Foto: Divulgação)

    Saveiro (27 anos) – A Saveiro tem a mesma trajetória da “prima” Parati, sendo lançada na mesma época e preservando as mesmas características e plataforma, oriunda da primeira geração do Gol. Por isso, continua com o motor na posição longitudinal, o que “rouba” espaço da cabine. Assim como a perua, deve receber a nova plataforma ainda este ano.

     Foto: Divulgação Foto: Divulgação

    Volkswagen Golf (Foto: Divulgação)

    Golf (11 anos) – O hatch médio da VW é praticamente o mesmo lançado no Brasil em 1998, quando o modelo estava em sua quarta geração mundial. A montadora alemã já lançou a sexta geração na Europa, mas o Golf nacional continua o mesmo. Apesar disso, mantém um público fiel que o coloca na terceira posição entre os hatches médios, à frente de modelos mais novos como o Ford Focus e o Fiat Stilo.

    Fonte: Globo.com

    April 10

    Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"

    Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
    como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a
    repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
    confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
    O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
    Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
    A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
    indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
    feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
    vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
    doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
    Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
    Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
    Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
    fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de
    mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia
    negativa que se transforma em doença.
    Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
    Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
    está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando
    toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
    Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com
    muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
    Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
    A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
    algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os
    que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
    destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
    sabedoria, bom senso e terapia.
    Se não quiser adoecer - "Confie"
    Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
    liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não
    há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em
    Deus.
    Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"
    O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
    longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
    "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

    Dr. Dráuzio Varela

    Visite: www.carasqueacreditam.org